Qual livro brasileiro você serias?
>> 26 de mai. de 2010
Na página do Educar para crescer- abril tem um teste muito interessante.
É o seguinte: se você fosse um livro nacional, qual livro serias? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra. Eu fiz o meu, não concordei muito com o primeiro livro "Carmen – Uma Biografia" (2005).
Vejam o resultado:
Você é... "Carmen – Uma biografia", de Ruy Castro
Boa história é com você mesmo. Adora ouvir, contar, recontar. As de pessoas interessantes e revolucionárias são as suas preferidas. Tem gente que liga para você só para saber das últimas fofocas. E confesse: com seu jeitinho manso e detalhista, você dá aos fatos um sabor todo especial. Além disso, não se contenta em reproduzir o que já foi dito. Por isso, se fosse um livro, você só poderia ser uma boa biografia, daquelas que faz os leitores deitarem na rede do fim de semana e se entregarem às peripécias de uma grande personagem. Aliás, você já pensou na profissão de repórter? Ou de escritor?
"Carmen – Uma Biografia" (2005), sobre Carmen Miranda, é uma das aclamadas biografias publicadas por Ruy Castro, também jornalista e tradutor, considerado um dos maiores biógrafos brasileiros.
"Carmen – Uma Biografia" (2005), sobre Carmen Miranda, é uma das aclamadas biografias publicadas por Ruy Castro, também jornalista e tradutor, considerado um dos maiores biógrafos brasileiros.
Porém, o segundo livro sim. Mas quem não gostaria de ser uma obra de Machado.
"Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis
Ok, você não é exatamente uma pessoa fácil e otimista, mas muita gente te adora. É possível, aliás, que você marque a história de sua família, de seu bairro... Quem sabe até de sua cidade? Afinal, você consegue ser inteligente e perspicaz, mas nem por isso virar as costas para a popularidade - um talento raro. Claro que esse cinismo ácido que você teima em destilar afasta alguns, e os mais jovens nem sempre conseguem entendê-lo. Mas nada que seu carisma natural e dinamismo não compensem.
"Memórias póstumas de Brás Cubas" (1881) é considerado o divisor de águas entre os movimentos Romântico e Realista. Uma das expressões da genialidade de Machado de Assis (e de sua refinada ironia), há décadas tem sido leitura obrigatória na maior parte das escolas e costuma agradar aos alunos adolescentes. Já inspirou filme e peças de teatro. É, portanto, um caso de clássico capaz de conquistar leitores variados. Proezas de Machado.
E você, qual obra será? Ou quais obras?Heim?! Faça o Teste também.


4 comentários:
Olá. Recebi o seu comentário no SOSVIP e fiquei curioso por saber quem comentava. Segui o perfil e te achei. Parabéns pelo blog. Super cultural. Adicionei um link na página inicial do SOSVIP.
Continue assim. Abração.
Menina, o meu deu o mesmo resultado que o seu ... hahahahaha não concordei mto também não, mas o final deu certo, eu faço jornalismo e pretendo escrever ... então ... pelo menos acertou um pouco !!! bjos flor !!!
Olá querida Nilda,
Bem interessante a sua postagem. Parabéns!
Fiz o teste e para mim, foram os seguintes livros:
"Doidas e santas", de Martha Medeiros, e
"Morte e vida severina", de João Cabral de Melo Neto
Grata pela visita no blog da Vovó Lili e pelo carinho em cometar.
Pode me chamar de Vovó Lili sim, é como todos me chamam no Dihitt e sinto-me como avó de todos.
A sua dúvida é pertinente, querida, pois todo mundo fala que "se não esquecer é porque não perdoou". Acontece que em tudo que acontece na vida, ficam as marcas. Por exempo, uma queimadura de ferro de passar no braço. No início dói, mas quando a ferida sara e a dor passa, esquece-se do acidente, mas ficou a marca da queimadura. Assim é com o perdão. Você realmente pode perdoar quem a ofendeu, e essa lembrança que a faz reviver a mágoa, não é que você não a perdoou, mas sim, o sinal da ferida que ficou marcado. Mas lembre-se que o perdão deve ser dado com o coração, pois Jesus diz até que devemos amar nossos inimigos.
Se tiver dúvida, pergunte-me, amiga.
Fique com a graça e o amor de Deus.
Carinhoso e fraterno abraço,
Lilian
Olá querida Nilda,
Bem interessante a sua postagem. Parabéns!
Fiz o teste e para mim, foram os seguintes livros:
"Doidas e santas", de Martha Medeiros, e
"Morte e vida severina", de João Cabral de Melo Neto
Grata pela visita no blog da Vovó Lili e pelo carinho em cometar.
Pode me chamar de Vovó Lili sim, é como todos me chamam no Dihitt e sinto-me como avó de todos.
A sua dúvida é pertinente, querida, pois todo mundo fala que "se não esquecer é porque não perdoou". Acontece que em tudo que acontece na vida, ficam as marcas. Por exempo, uma queimadura de ferro de passar no braço. No início dói, mas quando a ferida sara e a dor passa, esquece-se do acidente, mas ficou a marca da queimadura. Assim é com o perdão. Você realmente pode perdoar quem a ofendeu, e essa lembrança que a faz reviver a mágoa, não é que você não a perdoou, mas sim, o sinal da ferida que ficou marcado. Mas lembre-se que o perdão deve ser dado com o coração, pois Jesus diz até que devemos amar nossos inimigos.
Se tiver dúvida, pergunte-me, amiga.
Fique com a graça e o amor de Deus.
Carinhoso e fraterno abraço,
Lilian
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